Fecomércio Minas destaca preocupação com adesão da onda roxa

Todas as macrorregiões de saúde mineiras estarão na onda roxa, a mais restritiva do programa Minas Consciente, a partir de 17 de março. A decisão, válida por 15 dias, foi anunciada pelo governador Romeu Zema. Ciente da gravidade do momento, marcado pelo crescente números de casos da covid-19 no Estado, a Fecomércio Minas compreende a decisão tomada pelo governo de Minas Gerais. No entanto, a entidade que representa cerca de 580 mil empresários do comércio de bens, serviços e turismo, alerta que o setor terciário pede socorro.

Os empresários não conseguem mais arcar com as obrigações financeiras sem o apoio governamental e união das esferas federal, estadual e municipais. Por isso, é preciso adotar medidas financeiras, como prorrogação e revisão das taxas de empréstimos, além a votação da emenda constitucional que permite a volta do programa de suspensão de contratos e redução de salário e jornada. A Fecomércio Minas aguarda a publicação do decreto estadual para entender como os prefeitos mineiros irão se manifestar em relação às novas medidas restritivas fixadas pela onda roxa em todo o Estado.

A Federação ressalta a urgência na definição e adoção de medidas que contribuam para minimizar os impactos do novo fechamento do comércio. Não por acaso, a entidade destaca a necessidade de o governo federal regulamentar a reedição do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. A iniciativa permitirá às empresas que suspendam contratos de trabalho e reduzam jornadas e salários, viabilizando assim a manutenção das empresas e dos empregos.

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