Fator humano é a principal vulnerabilidade do Pix, alerta especialista

O Pix, novo meio de pagamentos do Banco Central, entrou em operação em novembro e passou a funcionar de forma integral, 24 horas por dia, todos os dias do ano. O Pix é uma nova forma de transferir dinheiro, de maneira instantânea, e funciona como uma alternativa ao DOC e à TED. Quem deseja receber transferências pela plataforma pode cadastrar e-mail, CPF ou número de celular (chave Pix) para informar ao pagador. Além disso, é possível utilizar um identificador numérico único ou os tradicionais dados de agência e conta – no caso do cliente de banco comercial.

A solução visa oferecer transações mais rápidas e baratas do que os meios convencionais, com disponibilidade mais ampla e sem horário específico de funcionamento. Consumidores e empresas poderão enviar ou receber dinheiro  a qualquer momento, com liquidação instantânea. Segundo especialistas em cibersegurança, o programa de recompensa por identificação de falhas. Além disso, as transações contam com as camadas de segurança para autenticação oferecida pelos próprios bancos pelos dispositivos móveis, como biometria, reconhecimento facial, entre outras.

Para Denis Riviello, especialista em cibersegurança, a principal vulnerabilidade do Pix está no elo mais fraco, ou seja, no lado do usuário, desde o risco de fraudes no cadastro das credenciais até o roubo das mesmas após o sistema estar em operação. “Os bancos têm investido muito na nova plataforma, em termos de segurança, uma vez que possuem anos de experiência nesse setor e sabem como a criatividade dos fraudadores é grande. Porém, os cibercriminosos podem se aproveitar dos dados desta chave para ludibriar os usuários”, explica.

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