Neblina, comum em regiões montanhosas, exige atenção redobrada dos motoristas

Neblina na pista. Foto: Nova 381

Antes do amanhecer e nas primeiras horas, a neblina faz parte da rotina de quem trafega pela BR-381 no inverno. A combinação entre baixas temperaturas, elevada umidade e o relevo predominantemente montanhoso favorece a formação do fenômeno, que reduz significativamente a visibilidade. A Concessionária de Rodovia responsável pelo trecho reforça a importância da condução preventiva e orienta os motoristas a adotarem comportamentos mais seguros sempre que encontrarem trechos encobertos pela neblina.

“A neblina diminui a capacidade de percepção de distância e dificulta a visualização de veículos, curvas, obstáculos e sinalização. Por isso, reduzir a velocidade e dirigir de forma mais cautelosa é essencial para preservar a segurança de todos”, destaca Diego Dutra, gerente de operações da empresa. Em uma rodovia como a BR-381, que atravessa serras, vales e áreas de grande altitude entre Belo Horizonte e Governador Valadares, a ocorrência de pontos de neblina pode surgir de forma repentina, surpreendendo os condutores.

Nessas situações mencionadas, manter uma distância maior do veículo à frente é fundamental. Outro cuidado importante é utilizar apenas o farol baixo. Ao contrário do que muitos imaginam, o farol alto prejudica ainda mais a visibilidade, pois sua luz é refletida pelas pequenas gotículas de água suspensas no ar, criando um efeito de ofuscamento. Também é recomendável evitar o uso do pisca-alerta enquanto o veículo estiver em movimento, já que esse recurso pode confundir os demais motoristas sobre a situação do veículo.

Além disso, o motorista precisa evitar mudanças bruscas de direção, ultrapassagens e frenagens repentinas. Caso a neblina se torne muito intensa e impossibilite a continuidade da viagem com segurança, a recomendação é procurar um local seguro e autorizado para aguardar a melhora das condições. “A melhor forma de enfrentar a neblina é dirigir sem pressa e com responsabilidade”, ressalta Diego Dutra. Confira os trechos com maior incidência de neblina, mapeados pela Concessionária de Rodovia:

  • Trecho Um: quilômetro 170 ao 173 (Governador Valadares).
  • Trecho Dois: quilômetro 188 ao 193 (Periquito).
  • Trecho Três: quilômetro 196 ao 205 (Naque).
  • Trecho Quatro: quilômetro 208 ao 217 (Belo Oriente).
  • Trecho Cinco: quilômetro 232 ao 235 (Santana do Paraíso).
  • Trecho Seis: quilômetro 237 ao 240 (Santana do Paraíso).
  • Trecho Sete: quilômetro 323 ao 331 (Nova Era).
  • Trecho Oito: quilômetro 341 ao 355 (João Monlevade).
  • Trecho Nove: quilômetro 364 ao 372 (São Gonçalo do Rio Abaixo).
  • Trecho Dez: quilômetro 375 ao 383 (São Gonçalo do Rio Abaixo/Barão de Cocais).
  • Trecho 11: quilômetro 385 ao 392 (Bom Jesus do Amparo).
  • Trecho 12: quilômetro 414 ao 422 (Caeté).

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