Concessionária apresenta estudo de duplicação de mais 74 quilômetros na BR-381

Foto: Nova 381

A Concessionária de Rodovia, empresa responsável pela gestão, operação e obras de infraestrutura na BR-381, apresentou nesta quarta-feira (01), estudo de viabilidade de duplicação em um trecho de 74 quilômetros entre os municípios de Belo Oriente e Governador Valadares. O evento marcou a apresentação pública do documento que já foi formalmente entregue e está em análise pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), visando à escolha do cenário mais atrativo do ponto de vista socioeconômico e técnico.

O avanço representará um passo decisivo para aumentar a segurança viária, melhorar a mobilidade urbana e fortalecer o corredor logístico. A duplicação não faz parte do escopo original do contrato firmado entre a ANTT e a Concessionária de Rodovia, mas, em razão da importância da obra, o órgão autorizou, em dezembro de 2025, a realização do estudo. Caso o estudo seja aprovado pelo órgão regulador, a inclusão da duplicação no projeto será realizada por meio de um aditivo contratual. As obras atenderão à demanda social e econômica.

Foto: Nova 381

A expectativa é que, após a aprovação final por parte da ANTT e o cumprimento dos trâmites processuais necessários para a inclusão do investimento no contrato de concessão, a execução total das obras seja concluída em um prazo de seis anos, impactando positivamente a região  por mais de três décadas. O foco central é preservar vidas. A previsão é que a rodovia registre redução na quantidade de acidentes graves. A separação dos fluxos em pistas duplas vai garantir ultrapassagens mais seguras.

Além disso, o projeto prevê benefícios socioambientais integrados, como a redução da emissão de gases de efeito estufa decorrentes dos congestionamentos. Além do ganho humanitário na segurança viária, o documento detalha os expressivos impactos econômicos. A BR-381 funciona como o principal corredor logístico do Estado, e sua modernização vai otimizar o escoamento da produção agrícola, industrial e siderúrgica, reduzindo o chamado “custo Brasil”, gerando competitividade para as empresas locais e atraindo novos investimentos.

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