Empresários mineiros se veem divididos em relação às vendas da Páscoa

Considerada a terceira data comemorativa mais rentável para o comércio no primeiro semestre (13%), a Páscoa irá impactar apenas 44,5% das empresas varejistas de gêneros alimentícios de Minas Gerais. São 5,2 pontos percentuais abaixo em comparação com o mesmo período do ano passado. Essa é uma constatação da pesquisa “Expectativa do Comércio Varejista – Páscoa 2021”, elaborada pela área de Estudos Econômicos da Fecomércio Minas Gerais.

A cautela do segmento reflete o atual cenário da pandemia da covid-19 em todo o estado, que impôs a restrição no funcionamento de milhares de negócios. Apesar disso, para 43,8% dos empresários, o otimismo/esperança e a percepção de melhora das vendas nos últimos meses (28,1%) são fatores que podem potenciar o faturamento no período. Apostando nesses fatores, 18,5% das empresas acreditam que os resultados serão superiores ao registrado em 2020.

Para atrair os consumidores, 45,7% dos empresários pretendem investir em promoções e liquidações e 20,8% irão apostar na divulgação. “O apelo emocional das datas comemorativas ajuda a sustentar a confiança nas vendas. Mesmo com o isolamento social, muitos consumidores devem dar presentes de Páscoa, como ovos de chocolate. Além disso, a data aquece o comércio de gêneros alimentícios, um dos setores autorizados a funcionar, desde que siga os protocolos contra a covid-19”, explica a analista de pesquisa da Federação, Carolina Barcelos.

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