
Crédito: Reprodução/Amig Brasil
A agenda nacional da mineração já tem um importante compromisso marcado para novembro. Nos dias 24 e 25 de novembro, a Associação Brasileira dos Municípios Mineradores (AMIG Brasil) realizará o 7º Encontro Nacional dos Municípios Mineradores, que vai reunir em Belo Horizonte, gestores públicos, especialistas, representantes do setor mineral, academia, lideranças políticas e sociedade civil para discutir os principais desafios relacionados à atividade mineral e seus reflexos nos territórios. O público alvo é interessado em debater, compartilhar experiências e construir soluções.

Local do evento: sede do TCE-MG. Crédito: Reprodução/Amig Brasil
O encontro será no auditório do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), na avenida Raja Gabaglia, 1.315, bairro Luxemburgo, e chega à sua edição de 2026 se consolidado como um dos principais espaços do país dedicados à discussão da mineração sob a perspectiva pública e municipal. As inscrições estão abertas e podem ser feitas clicando aqui. O evento tornou-se referência para gestores públicos, lideranças municipais, técnicos, representantes do setor mineral, pesquisadores e membros da sociedade civil.

Crédito: Reprodução/Amig Brasil
O tema central “Os impactos da atividade de exploração mineral: do mundo corporativo à realidade nos municípios mineradores”, colocando em discussão os desafios que existem entre essas duas realidades: planejamento, os investimentos, os compromissos, as metas e as estratégias das empresas; e a realidade dos municípios que convivem com a atividade mineral e precisam administrar diariamente seus impactos, oportunidades e transformações. Para o presidente da AMIG Brasil, Marco Antônio Lage, o evento cumpre um papel estratégico ao reunir diferentes atores.

Marco Antônio Lage, presidente da AMIG Brasil. Crédito: Carol Veloso
“Quando falamos do mundo corporativo e da realidade dos municípios, não estamos colocando esses dois ambientes em lados opostos. Queremos discutir justamente tudo aquilo que existe entre eles: os desafios, as responsabilidades, os impactos, os compromissos e as oportunidades. Uma decisão relacionada a um empreendimento mineral pode produzir reflexos diretos sobre infraestrutura, meio ambiente, economia, serviços públicos as pessoas. Precisamos colocar essas questões na mesma mesa e construir caminhos para gerar desenvolvimento”, afirma o prefeito de Itabira.

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O ponto de partida é a compreensão de que a mineração produz efeitos que ultrapassam os limites operacionais dos empreendimentos. As decisões repercutem sobre os territórios, com reflexos em planejamento urbano, mobilidade, infraestrutura, arrecadação, dinâmica econômica e social. Mais do que colocar essas duas perspectivas em oposição, o 7º Encontro pretende compreender o que existe entre elas e quais desafios precisam ser enfrentados para que planejamento, responsabilidades, compromissos e resultados estejam conectados à realidade dos territórios.

Crédito: Reprodução/Amig Brasil
Ao colocar diferentes experiências e perspectivas em diálogo, a AMIG Brasil busca fortalecer a capacidade dos municípios de compreender e administrar os efeitos da mineração, ao mesmo tempo em que estimula a construção de responsabilidades e soluções compartilhadas para os territórios. “Por enquanto, o convite é para reservar as datas de novembro, no TCU-MG, na capital. Dois dias para discutir os desafios da mineração a partir de onde seus impactos, oportunidades e transformações efetivamente se materializam: nos territórios”, reforça Marco Antônio Lage.



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