
Crédito: Bruno Gonzaga/Wabtec
A primeira locomotiva da série Evolution destinada à Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) teve a produção concluída pela Wabtec em sua fábrica de Contagem (MG). Os novos equipamentos integram o plano de renovação da frota e a estratégia de descarbonização das ferrovias da Vale. As primeiras cinco unidades previstas para a EFVM serão entregues até o fim do ano e fazem parte de um lote de 50 locomotivas adquiridas pela empresa no ano passado. Os novos modelos consomem 6% menos combustível do que as locomotivas atuais.
Os novos modelos consomem 6% menos combustível do que as locomotivas atuais e estão aptos a operar com maiores concentrações de biodiesel de até 25%, acima dos 15% exigidos por lei em 2026. As empresas também estudam a possibilidade de utilizar etanol, em mistura com o diesel, cujos testes inéditos seguem em andamento até o início de 2028. Dessa forma, se espera que os equipamentos possam contribuir diretamente para que se alcance as metas, em reduzir em 33% suas emissões de carbono até 2030, e de zerar as emissões líquidas previstas em 2050.

Créditos Bruno Gonzaga/Wabtec
Os novos equipamentos integram o plano de renovação da frota e a estratégia de descarbonização. “A renovação da frota da EFVM traduz o trabalho contínuo das nossas equipes para tornar a ferrovia mais eficiente e sustentável. Mais do que um novo modelo de locomotiva, estamos introduzindo uma plataforma tecnológica inovadora, que contribuirá para transportar o minério que abastece cadeias produtivas essenciais à sociedade e, ao mesmo tempo, apoiará nossa jornada de descarbonização”, afirma o vice-presidente de operações, Carlos Medeiros.
“Para a Wabtec, é um grande privilégio fornecer tecnologias que apoiem a Vale na sua estratégia de descarbonização. A EVOBBW é um modelo desenvolvido especialmente para atender às necessidades do cliente, combinando eficiência, performance e sustentabilidade”, observa Danilo Miyasato, presidente e líder regional da Wabtec LATAM. O plano de renovação prevê a incorporação de 50 locomotivas Wabtec às ferrovias da Vale: 36 para a EFVM e 14, para a Estrada de Ferro Carajás (EFC). Em Minas, a tecnologia chega com oito eixos.



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