
Foto: Arquivo
Até agosto, a rede pública de saúde de Itabira realizou 431.474 exames laboratoriais, média de 53.934 por mês. O resultado reúne exames realizados na Atenção Primária, Atenção Secundária, Pronto Socorro Municipal de Itabira (PSMI), Hospital Municipal Carlos Chagas (HMCC) e Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD), por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação desta oferta já fazia parte do planejamento para fortalecer o atendimento e ampliar o acesso da população.
Os resultados registrados ao longo do ano mostram a presença dessa estrutura em diferentes pontos da rede. Do total realizado até agosto, 186.001 exames foram feitos nos laboratórios da Atenção Primária e Secundária, o equivalente a mais de 43,1% da produção; outros 124.982 exames realizados no PSMI (29%) e 120.491 nos dois hospitais (27,9%). O crescimento também aparece na série histórica. Entre 2021 e 2025, a rede realizou 2.971.095 exames laboratoriais, média de 594.219 por ano.

Foto: Carol Veloso
Neste período, houve crescimento de 52% no volume de procedimentos. Em 2024, foi registrada a maior produção anual da série, com 697.676 exames. Ao longo desses cinco anos, os laboratórios responderam por 1.504.144 exames, enquanto o PSMI realizou 785.146 e os hospitais, 681.805. O valor total processado no período foi de R$ 14.787.855. Além do aumento da oferta, a rede também apresenta resultados relacionados à agilidade na liberação dos exames de urgência.
No PSMI, 90% dos exames laboratoriais de urgência tiveram o resultado liberado em até 120 minutos, superando a meta estabelecida de 85%. A evolução da produção acompanha o trabalho da administração municipal para ampliar a capacidade de atendimento da rede pública e garantir exames em diferentes pontos da assistência. Os resultados refletem uma estrutura que vem sendo fortalecida ao longo dos anos para atender à demanda da população e ampliar a continuidade do cuidado na rede pública de Itabira.

Fabiana Machado
“Esse resultado é fruto de um trabalho que vem sendo construído ao longo dos anos. Quando olhamos para os números, vemos não apenas o volume de procedimentos realizados, mas a ampliação gradual da capacidade de atendimento em diferentes pontos da rede. E isso tem impacto direto para o usuário, que encontra mais acesso aos exames e, nos casos de urgência, também mais agilidade na liberação dos resultados”, destaca Fabiana Machado, gestora da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).
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