Inclusão do HNSD: acolhimento e respeito marcam experiência de colaboradora PcD

Joana Souza. Foto: Comunicação/HNSD

Promover a inclusão vai muito além de oferecer uma oportunidade de trabalho. Significa reconhecer capacidades, respeitar diferenças e construir um ambiente em que cada pessoa possa se sentir acolhida, valorizada e pertencente. É essa experiência que a telefonista Joana Souza, colaboradora PcD (Pessoa com Deficiência) do Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD), vem vivenciando desde que chegou à instituição.

Antes de ingressar no HNSD, Joana construiu sua trajetória profissional em diferentes áreas. Sua vida mudou após uma cirurgia realizada em decorrência de um sarcoma de células claras, um tipo raro de tumor maligno que pode se desenvolver próximo a tendões. O procedimento, realizado na mão direita, resultou na amputação do polegar. Destra, Joana precisou se adaptar a uma nova realidade e reaprender tarefas do cotidiano.

“Em muitos lugares, parece que a vaga existe apenas para cumprir uma exigência legal. Aqui foi diferente. No HNSD, eu me senti acolhida desde o primeiro momento e, principalmente, me senti vista como uma pessoa capaz”, relata Joana Souza. Ela também encontrou uma maneira de transformar sua atividade profissional em uma oportunidade diária de acolher quem está do outro lado da linha.

Atenção, paciência e empatia fazem a diferença, mesmo em apenas alguns minutos. A trajetória dela reforça que a inclusão é construída nas atitudes do dia a dia e que oferecer uma oportunidade é apenas o primeiro passo. O verdadeiro compromisso está em criar ambientes nos quais profissionais com deficiência possam exercer suas funções, contribuir com habilidades, desenvolver talentos e reconhecimento por suas capacidades.

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