
Cordão Nova Vista. Crédito: Vale/Divulgação
Ação da Vale marca etapa final nas estruturas a montante em Itabira
A Vale iniciou as obras de descaracterização dos Diques Minervino e Cordão Nova Vista, localizados no Sistema Pontal, em Itabira. As intervenções incluem a adequação dos sistemas de drenagem, a retirada parcial do rejeito e a revegetação da área. No pico das atividades, serão gerados cerca de 300 empregos diretos e indiretos, com priorização de contratação de mão de obra local. São oito, das dez estruturas com obras já finalizadas.
“Seguimos avançando no Programa de Descaracterização em Itabira. Nosso compromisso é conduzir esse processo com segurança, responsabilidade e transparência, adotando medidas para minimizar impactos às comunidades, aos trabalhadores e ao meio ambiente, além de contribuir para a geração de emprego na região”, avalia Gladson Dias, gerente de descaracterização e projetos geotécnicos da Vale.
As atividades ocorrerão em horário comercial, com adoção de medidas para minimizar os impactos, como a utilização de aspersores de água e aplicação de supressor de poeira nas vias. Além disso, serão realizados monitoramentos da qualidade do ar, dos níveis de ruído e das vibrações em pontos previamente definidos. As obras serão acompanhadas pelos órgãos competentes e Auditoria Técnica Independente (ATI).
A conclusão das obras de descaracterização do dique Minervino está prevista para 2030 e do Cordão Nova Vista para 2033. As estruturas não recebem rejeitos desde 2019 e possuem Declaração de Condição de Estabilidade (DCE) positiva, documento técnico emitido por empresa independente, que atesta a segurança das estruturas. O monitoramento é contínuo pelo Centro de Monitoramento Geotécnico (CMG).
Para que as obras aconteçam de forma segura, foram adotadas medidas adicionais de segurança, como a implantação da Estrutura de Contenção a Jusante, concluída em 2025, e a realização das obras de reforço do Dique Minervino, finalizadas em dezembro. Das 30 estruturas que fazem parte do programa, foram concluídas as obras em 19, sendo 16 em Minas, o equivalente a 63%. Foram investidos R$ 13,3 bilhões desde 2019.



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