Artesãos mineiros buscam fôlego nas vendas de final de ano

O segmento de artesanato ainda sofre com os efeitos da crise. De acordo com a 8ª edição da pesquisa “impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios”, 69% dos artesãos no país registraram queda no faturamento, em setembro, 37% continuavam com funcionamento de seus negócios interrompido e 5% não encontraram outra saída a não ser encerrar suas atividades. Para dar fôlego à atividade artesanal no estado, o Sebrae Minas vai apoiar 44 artesãos e associações mineiras durante a Feira Nacional de Artesanato, realizado até domingo (6), no Expominas, em Belo Horizonte.

“Por se relacionar diretamente com clientes, o segmento foi um dos mais afetados pelas medidas de isolamento social impostas pelo combate à pandemia. O lançamento do Catálogo de Artesanato 100% digital e a participação na Feira Nacional de Artesanato, foram algumas das iniciativas de incentivo ao aumento de vendas pelos artesãos. Nossa expectativa é que ocorra uma reação no aumento das vendas com a proximidade das festas de final de ano”, justifica a gerente do Sebrae Minas, Priscilla Lins.

Seguindo os protocolos de segurança contra a covid-19, o Sebrae Minas montou um estande de 351 m², onde serão expostas e comercializadas peças de artesanato feitas em 26 localidades do estado: Antônio Carlos, Arcerburgo, Arinos, Barra Longa, Belo Horizonte, Bocaiúva, Campo Belo, Couto de Magalhães de Minas, Divinópolis, Governador Valadares, Ipatinga, Itaobim, Medina, Minas Novas, Ouro Preto (e o distrito de Santo Antônio do Leite), Paracatu, Pirapora, Prados, Presidente Kubitschek, São Tiago, Serro, Sete Lagoas, Soledade de Minas, Tiradentes e Turmalina.

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