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Planejar a aposentadoria vai além de acumular dinheiro
Segundo levantamento da Anbima/Datafolha de 2025, 60% dos brasileiros que ainda não se aposentaram esperam viver da previdência pública, enquanto apenas 16% já guardam dinheiro especificamente para essa fase. Entre os aposentados, 93% dependem do INSS.
O primeiro passo é calcular a renda mensal desejada e descontar valores previstos, como o benefício do INSS e aluguéis. Quem pretende receber R$ 5 mil por mês e estima ganhar R$ 2 mil da Previdência, por exemplo, precisará complementar R$ 3 mil com outras fontes.
Também é importante considerar a rentabilidade real dos investimentos, descontando inflação, impostos e taxas. O planejamento deve prever oscilações do mercado, aumento das despesas com saúde e a possibilidade de viver mais tempo do que o esperado.
Outra decisão é definir se o objetivo será preservar o patrimônio ou utilizar parte dele gradualmente para custear a aposentadoria. A estratégia pode combinar reservas de emergência, investimentos diversificados, títulos públicos e previdência privada.
Mais do que estabelecer um valor definitivo, o planejamento exige revisões periódicas para acompanhar mudanças nas despesas, na renda e nas condições econômicas. A meta é garantir autonomia financeira, segurança e qualidade de vida durante toda a aposentadoria.



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