
Crédito: Giovanna Victória/Ascom/Prefeitura de Itabira
Para ampliar as opções de planejamento reprodutivo na rede de saúde, a Prefeitura de Itabira, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), oferta o método “Implanon”, implante contraceptivo hormonal colocado sob a pele, geralmente na parte interna do braço, que pode apresentar resultado por até três anos, oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A SMS já conta com diferentes alternativas, como Dispositivo Intrauterino (DIU) de cobre e o hormonal, além de anticoncepcionais e preservativos, distribuídos nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
O contraceptivo que passa a integrar a rede municipal pode ser retirado quando houver interesse ou necessidade, com orientação dos profissionais responsáveis. “Ter o ‘Implanon’ disponível pelo SUS é um avanço importante para a saúde pública. Estamos ampliando as possibilidades de acesso a uma opção contraceptiva de longa duração, segura e reversível, para que cada pessoa possa, com orientação dos profissionais de saúde, escolher o que melhor atende às suas necessidades e ao seu planejamento reprodutivo”, destaca Fabiana Machado, gestora da SMS.

Fabiana Machado. Crédito: Ascom/Prefeitura de Itabira
Quem tiver interesse deve procurar a sua UBS e apresentar essa demanda para a equipe médica. O profissional faz a avaliação, apresenta as orientações sobre o implante e verificará se a pessoa atende aos critérios. Quando houver indicação, o procedimento será encaminhado pela própria rede. Para adolescentes de 14 a 17 anos com vida sexual ativa, o atendimento garante privacidade e orientação. A inserção do implante exige a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) pela jovem e seu responsável legal.
Após a colocação, o acompanhamento continua, com retorno previsto em prazo de até 90 dias. A SMS orienta que “Implanon” não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Por isso, o uso de preservativos continua recomendado. Alguns públicos têm prioridade, como aquelas em situações de maior susceptibilidade ou necessidades específicas, como: moradores em situação de rua, pessoas com HIV/Aids, usuárias de álcool e outras drogas, doentes crônicos graves, puérperas, inclusive em período de amamentação e histórico de aborto.

Fluxograma Assistencial. Crédito: Ascom/Prefeitura de Itabira
Outro público-alvo são as pacientes que não se adaptaram ao DIU e aquelas que apresentam contraindicação ou dificuldade para utilizar contraceptivos que contenham o hormônio estrogênio. A definição é feita a partir da avaliação individual. A indicação considera as necessidades e condições de saúde de cada mulher, não se restringindo a prioridades. O “Implanon” amplia as possibilidades de contracepção disponíveis pelo SUS em diferentes opções, permitindo que cada indivíduo, com orientação de profissionais de saúde, encontre a alternativa mais adequada.
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