AIFA promove oficinas em Senhora do Carmo que fortalecem a qualificação do terceiro setor

Foto: AIFA/Divulgação

A valorização do artesanato como instrumento de geração de renda e preservação da cultura ganha novos capítulos com a realização de duas oficinas gratuitas promovidas pela Associação de Artesãos Itabiranos Fazendo Arte (AIFA), em Senhora do Carmo, distrito de Itabira. As capacitações, voltadas à produção de peças em arte sacra, reforçam o papel do terceiro setor na oferta de oportunidades de formação e inclusão social.

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A programação ofereceu a Oficina de Estandarte – Arte Sacra, ministrada por Vânia Figueiredo, em junho, destinada aos estudantes da Escola Municipal do Distrito do Carmo. Já a Oficina de Macramê – Arte Sacra, conduzida por Rosimeire Ribeiro, também ocorreu no mês de junho para os moradores do distrito do Carmo, e foi ofertada gratuitamente, representando um importante investimento no terceiro setor.

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Mais do que ensinar técnicas artesanais, se oportuniza o acesso ao conhecimento, agregando o desenvolvimento de habilidades que podem ser transformadas em renda, estimular o empreendedorismo e fortalecer a economia criativa. A iniciativa também evidenciou a relevância das organizações da sociedade civil na promoção de políticas complementares de educação, cultura e desenvolvimento social.

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Em um cenário em que a capacitação profissional se torna cada vez mais necessária, ações como essas ampliam oportunidades, incentivam a autonomia financeira e preservam tradições artesanais que fazem parte da identidade cultural itabirana. Outro aspecto relevante é o incentivo à produção de peças ligadas à arte sacra, segmento que reúne tradição e identidade cultural no distrito de Senhora do Carmo, com forte ligação religiosa.

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Estandarte e o macramê são reconhecidos por sua versatilidade e podem ser aplicados tanto na decoração quanto na confecção de artigos religiosos, valorizados no mercado. Com as realizações, a AIFA reafirma o compromisso em formar novos artesãos, como agente de transformação social. A expectativa é de que as atividades despertem novos talentos, incentivem a produção e fortaleçam a rede de economia solidária.

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