Valério cede igualdade no final para o Villa. Na volta, empate em Itabira garante a classificação

Crédito: Mateus Sousa/@ms_fotogr4fia

O Valério, dono de uma das melhores campanhas na fase classificatória do Módulo II, foi a Nova Lima, neste sábado (18), enfrentar o Villa Nova, adversário que veio da mesma chave B, derrotado em Itabira na primeira fase, além do Dragão ter empatado no estádio Castor Cifuentes. Com a melhor defesa da competição (cinco gols) e único invicto, o time de Itabira é conhecedor de que empates o põem nas semifinais, e jogou com o regulamento “debaixo do braço”. O Dragão arrancou o empate, lamentado pelos itabiranos, que foram melhores durante os 90 minutos, mas pecaram por falta de concentração defensiva nos minutos finais. O Valério tem a baixa de quatro jogadores que se machucaram no jogo.

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A partida começou com as equipes se estudando e permaneceu morna por toda a etapa, com poucas chances de gols. Surgiram oportunidades apenas com conclusões à média distância. Aos sete minutos, no rebote, João Cabral estava em impedimento. Três minutos depois, Cezinha testou o goleiro Reynaldo. Partida seguia em equilíbrio, até que João Cabral sentiu dores, que depois provocaram sua substituição. O Leão do Bombim abusou nos cruzamentos, mas a defesa do Valério estava bem posicionada. Faltava criação aos dois times. O Villa teve que improvisar o lateral Pedro Rosa, capitão do time, como zagueiro, e a estreia do lateral Marcílio, na sua real posição.

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Pedro Rosa falhou e, por pouco, João Cabral aproveitou. A partida seguia muito faltosa, mas com poucos lances de criatividade ofensiva. Aos 27 minutos, Alan Calbergue, em lançamento de Denzel, forçou o goleiro Walace. Em seguida, Reynaldo também foi testado pelo time adversário, até que as lesões começaram a protagonizar mudanças. A primeira foi Artur Querobino no lugar de Denzel. Nas extremidades do campo, Rodrigo Fumaça e Nata buscavam criar espaço. Aos 38, novamente Reynaldo, interviu em cruzamento na área itabirana. Aos 41, último lance de ataque, com finalização em impedimento do atacante Wesley. O primeiro tempo terminou sem gols.

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Na etapa final, os jogadores lesionados não voltaram no Dragão: João Cabral e Nata. A retirada de Rodrigo Fumaça foi por escolha técnica de Paulinho Guará. O Dragão investia nas bolas aéreas, a grande maioria em cruzamentos. Foi aos três minutos a primeira finalização do Dragão. Cinco minutos depois, chance clara do Villa, mas Cezinha foi cercado pelos defensores do Valério. Mais um lesionado: Querobino deixou o jogo, finalizando todas as cinco possíveis mudanças da equipe visitante. Aos 12, Índio que entrou bem para o “um contra um”, arriscou finalização de média distância. Instantes depois, de cabeça, ele repetiu a finalização, porém, sem sucesso. Os times estavam reféns da forte marcação.

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Aos 18, Adiel concluiu de cabeça, sem direção, no seu último lance na partida, substituído por Mateus Batista, renovando as forças ofensivas. O Valério, mais organizado, aproveitou espaços, principalmente no contra-ataque. Índio chegava com liberdade na linha de fundo. Ele cruzou e Pedro Rosa interveio. Alan tentava de longe, mas sem precisão. O zagueiro Rayan repetiu a conclusão. Aos 33, Índio se livrou da marcação, e Zé Arthur estreou com pé direito, ao finalizar na pequena área, um a zero para o Valério. Ele mesmo bateu cruzado aos 40, tentando ampliar. Em desespero, o Villa pressionou e deu certo: aos 45, Batista, empatou em lance pessoal de Michel, um a um, placar final em Nova Lima.

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Valério: Reynaldo; Denzel (Arthur Querobino/Rayan), Carlos Alexandre, Ulisses e Ramon; Caio Dias, Jair e Alan; Rodrigo Fumaça (Marcílio), Nata (Índio) e João Cabral (Zé Arthur). Técnico: Paulinho Guará.

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