
Marco Antônio Lage, Dalva Labruna, Cleusa Reis e Rejane Penna. Foto: Ascom/Prefeitura de Itabira
Em Itabira, falar de inclusão é falar de uma história construída com compromisso, cuidado e transformação. Essa trajetória ganhou um capítulo especial com a celebração dos 30 anos do Centro Municipal de Apoio Educacional (CEMAE), que reuniu servidores da educação e da saúde, profissionais do próprio centro, alunos, ex-alunos e familiares, todos protagonistas de uma trajetória construída com compromisso, cuidado e transformação. Atualmente, cerca de 559 alunos com deficiência, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades/superdotação são acompanhados pelo centro, todos matriculados na rede municipal de ensino.
A celebração contou com personagens que fazem parte da história, como a sua primeira diretora, Dalva Labruna, o prefeito Marco Antônio Lage, a gestora da Secretaria Municipal de Educação (SME) Rejane Penna, a titular da Secretaria de Governo (SeGov) Dulce Citi e a atual diretora da ferramenta, Cleusa Reis. Criado por Lei Municipal em abril de 1996, o CEMAE nasceu com a missão de garantir o direito à educação para crianças e adolescentes público-alvo da Educação Especial. Três décadas depois, se consolida como o eixo que organiza e sustenta a política de educação inclusiva em Itabira.

Foto: Ascom/Prefeitura de Itabira
A diretora Cleusa Reis destacou a força coletiva que sustenta essa trajetória. “O CEMAE é construído todos os dias por muitas mãos. Cada profissional, cada escola e cada família faz parte dessa rede de cuidado. São 30 anos garantindo que a inclusão aconteça de verdade, no dia a dia dos nossos alunos. É um trabalho que transforma vidas e nos enche de orgulho”, afirmou a gestora do CEMAE. Em Itabira, a inclusão acontece dentro da escola, no convívio, na aprendizagem compartilhada e no cotidiano da sala de aula. Esse modelo é sustentado por uma equipe multidisciplinar com 33 profissionais.
Professores especializados, pedagogos, psicólogos, assistentes sociais, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais atuam no suporte aos alunos. O trabalho envolve acompanhamento dos alunos, orientação às famílias, apoio técnico e pedagógico aos professores e articulação com a rede de serviços. “O CEMAE é um exemplo de como a gestão pública pode promover inclusão com planejamento, responsabilidade e continuidade. É uma política que impacta diretamente centenas de famílias e reafirma o nosso compromisso com uma educação mais justa, que cria oportunidades reais para todos”, disse Marco Antônio Lage.

Marco Antônio Lage. Foto: Arquivo
“A educação inclusiva é um compromisso que se constrói todos os dias, dentro das escolas, com apoio, formação e trabalho em rede. O CEMAE é essencial nesse processo, porque fortalece nossos professores, orienta as famílias e garante que cada aluno seja acompanhado de forma individualizada. Celebrar esses 30 anos é reconhecer uma política pública que dá certo e que transforma realidades por meio da educação”, destacou Rejane Penna. Para saber mais sobre o evento que marcou as três décadas de atuação do dispositivo ligado à SME, assista ao vídeo no Instagram da Prefeitura de Itabira, clicando aqui.




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