Sebrae Minas: artesanato impulsiona economia criativa e preserva identidade cultural no Estado

Fonte: Sebrae Minas

O Estado soma mais de 19 mil profissionais formalizados como microempreendedores individuais (MEI) e 11.870 carteiras do artesão emitidas, evidenciando o avanço da profissionalização do setor. Por isso, o Sebrae Minas atua no fortalecimento do artesanato mineiro, principalmente, com dois projetos: Feito à Mão e Origem Minas. Em Bom Jesus do Amparo, cidade a 38 quilômetros de Itabira, acontece palestra na comunidade rural de Morro Redondo Lago Azul.

O evento será no dia 25 de março, às 13h, voltado para um grupo de artesãs locais. Conduzida pela artista Simone Oliveira, a atividade abordará a relação entre arte, design e sustentabilidade, destacando caminhos criativos para inovar na produção artesanal com foco na redução de impactos ambientais. A iniciativa busca valorizar o trabalho manual, incentivar práticas mais conscientes e fortalecer a economia criativa por meio de soluções sustentáveis e acessíveis.

Fonte: Sebrae Minas

O Feito à Mão é um programa de aceleração voltado a negócios artesanais iniciantes, com foco na produção, na estruturação do modelo de negócio, no aprimoramento da gestão e na preparação para o acesso a mercado. E o Origem Minas, criado em 2012 pelo Sebrae Minas, em parceria com o sistema Faemg, fomenta o desenvolvimento, a competitividade e a diferenciação das pequenas empresas com estratégias inovadoras de valorização da identidade dos territórios.

Em 2025, ações apoiadas pelo Sebrae Minas geraram R$ 3,6 milhões em vendas diretas para artesãos durante feiras e eventos realizados no Estado. No mesmo período, mais de 2.900 profissionais foram atendidos com cursos, consultorias e iniciativas de acesso ao mercado. Nas regiões Rio Doce e Vale do Aço, as iniciativas vêm contribuindo com a organização de grupos produtivos e o fortalecimento da atividade artesanal como modelo sustentável e rentável.

Fonte: Sebrae Minas

Para o gerente regional do Sebrae Minas, Fabrício César Fernandes, tornar o artesanato uma atividade economicamente viável é essencial para garantir a sustentabilidade dos pequenos negócios. “Nosso papel é apoiar esses empreendedores para transformarem o talento e o saber tradicional em fonte de renda consistente. Ao estruturar, melhorar processos e ampliar o acesso a mercados, torna o artesanato mais rentável e competitivo”, destaca o gestor.

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