
Diogo Santiago. Foto: Divulgação/Prots
A Prots, especializada na fabricação de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para o setor elétrico, anuncia ciclo de expansão acelerada. A companhia está robotizando suas operações para otimizar a produção de luvas e mangas isolantes, reforçando sua posição como uma das principais fornecedoras do mercado brasileiro. Ainda no primeiro semestre de 2026, a Prots inaugura sua segunda unidade fabril em Belo Horizonte.
Essa unidade será dedicada à produção do tapete estrado isolado. O novo empreendimento visa ampliar significativamente a capacidade produtiva total da empresa, diversificando o portfólio para incluir soluções complementares de isolamento elétrico. A unidade mineira irá priorizar mão de obra qualificada local. Essa unidade terá a capacidade para produzir aproximadamente 1840 unidades do tapete isolante por mês.
Atualmente, a fábrica em Araquari (SC) possui capacidade de produção de até 15 mil pares de luvas por mês. A robotização em desenvolvimento visa aumentar a eficiência, a precisão e o volume de saída, mantendo os padrões elevados de qualidade. A estimativa é que, até 2027, todo o complexo fabril de Santa Catarina seja operado por meio de robôs. Fundada em 2012, a Prots foi adquirida em 2017 pelo Grupo Minipa.
A Prots cresceu rapidamente ao oferecer produtos com foco em segurança em instalações elétricas. Suas luvas isolantes dispõem de certificação em qualidade, sendo aprovadas recentemente pelos órgãos mais rigorosos americanos, conhecidos pelo alto grau de exigência. A empresa já exporta para Colômbia e Equador, além de atender todo o território brasileiro, com forte presença nas regiões Sul e Sudeste.
Seus principais clientes são: concessionárias de energia elétrica, por meio de suas distribuidoras. Diogo Santiago, sócio-diretor da Prots, revela que a ideia de uma fábrica em Belo Horizonte já fazia parte dos planos da empresa. “Quando entrei na Prots, já vislumbravam a expansão para Minas Gerais; dada a importância estratégica da região Sudeste e o potencial de crescimento do mercado de EPIs elétricos”, afirma o executivo.



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