Gabriel Quintão mantém licença como vereador e não mira ser prefeito de São Gonçalo

Primeira reunião ordinária de 2026

O vereador Gabriel Quintão assumiu essa semana sua vaga na bancada da Câmara de Itabira e aguarda o posicionamento do setor jurídico do Poder Legislativo sobre seu pedido de licenciamento, protocolado há uma semana, pedindo seu afastamento do mandato para continuar como Secretário de Desenvolvimento Econômico em São Gonçalo do Rio Abaixo. Em entrevista para a rádio Itabira, ele revelou que sua posição não mudou e que não mira manter-se como gestor da pasta, para no futuro, se candidatar a prefeito na cidade vizinha. Raimundo Barcelos “Nozinho” foi reeleito prefeito, por lei, não pode ser novamente opção do eleitor são-gonçalense para essa vaga.

Vereador empossado nos debates em plenário

“Essa terça-feira (3) foi, sem sombras de dúvidas, um dia muito importante na minha trajetória política. A decisão está tomada desde o ato de posse, o meu licenciamento para continuar desempenhando as atividades em São Gonçalo. Eu fiz e protocolei requerimento dia 23 de janeiro, e aguardo o deferimento, depois da análise jurídica, que deve ser tomada com todo cuidado e zelo, respeitando o rito da Casa Legislativa”, disse Gabriel Quintão. Ele espera que todo esse processo seja concluído até a próxima terça-feira (10), para avaliação dos colegas parlamentares, caso seja previsto no regimento interno. O vereador empossado ainda afirmou se tratar de um pedido inédito.

Gabriel Quintão

“Manter-se à frente dos dois cargos é uma questão de cunho jurídico, já me foi trazida por algumas pessoas. Existem precedentes para ela, mas não se trata de uma questão pacificada. Tem voto do ministro Dias Toffoli nesta possibilidade, mas em momento algum trabalhei com ela. Meu desejo é pela licença. A questão jurídica se baseia justamente no motivo da licença. Minha fundamentação se deu pelo pedido de atuar como auxiliar direito de Nozinho. É necessário ter robustez porque é inédito. Não pretendo ser prefeito e estou focado na entrega de resultado que tenho. Ainda pesa o fato natural da titularidade do mandado de Dulce, e isso sim, traria instabilidade”, finaliza Gabriel Quintão.

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