Seminário de Acolhimento Familiar visa sensibilizar e conscientizar a população sobre o serviço

Foto: Arquivo

Nesta quinta-feira (13), o Centro Universitário Funcesi recebe o 1º Seminário de Acolhimento Familiar, promovido pela Prefeitura de Itabira, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS). O evento é voltado para todos os públicos, inclusive, profissionais que têm ligação com essa área. O evento será entre 13h e 17h, com o tema: “O acolhimento é temporário, o amor é para sempre”. A atividade visa sensibilizar e conscientizar os moradores de Itabira sobre a oferta deste serviço, além de fortalecer a rede de proteção.

Andreza Figueiredo. Foto: Câmara de Itabira

“O meu convite é para que vocês participem do 1º Seminário de Acolhimento Familiar que acontecerá nesta próxima quinta-feira, dia 13 de novembro, no período da tarde na UniFuncensi. O objetivo do evento é apresentar à comunidade itabirana o serviço de Família Acolhedora, e desta forma, demonstrar como ele é importante para a proteção das crianças e adolescentes de nosso município. Venha participar conosco”, disse a psicóloga e atual coordenadora do serviço “Família Acolhedora” em Itabira, Andreza Figueiredo.

Foto: Arquivo

O serviço “Família Acolhedora” é política pública de proteção à infância e à adolescência, prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Seu objetivo principal é garantir o direito à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes que, por algum motivo, precisaram ser temporariamente afastados de suas famílias de origem devido a situações de risco, como: negligência, abandono ou violação de direitos. Famílias previamente cadastradas passam por capacitação para essa atividade.

Foto: Prefeitura de Itabira

O acompanhamento das famílias ocorre por meio de equipe técnica multidisciplinar da SMAS. O processo se diferencia das instituições de acolhimento, pois proporciona cuidado individualizado e convivência familiar, reduzindo os impactos emocionais e sociais do afastamento do grupo de origem. Aqueles que se propõem a se tornar famílias acolhedoras não podem ter vínculo de adoção com os ora acolhidos, atuando de forma solidária e temporária. Sua execução é sob a coordenação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

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