Outubro Rosa: profissionais da FSFX mostram a importância do autoexame de mama

Tátyna Daiany. Fonte: FSFX

A Fundação São Francisco Xavier (FSFX) por ocasião da campanha Outubro Rosa, pretende incentivar o autocuidado das mulheres ao realizar o toque nas mamas e regiões adjacentes do corpo. Quem destaca o protagonismo deste simples ato é o mastologista Ubirajara Alves. “Orientamos as pacientes a desenvolverem o autoconhecimento, ou seja, a conhecerem o seu corpo e suas mamas. Assim, elas saberão quais são as alterações naturais e, ao surgirem mudanças, poderão buscar atendimento médico. A recomendação é que o autoexame seja feito no período pós-menstrual, pois no pré-menstrual a mama está mais edemaciada, o que pode ser um fator de confusão devido alterações naturais próprias deste período pré-menstrual”, detalha o especialista.

Foi com o autoexame que a empreendedora Tátyna Daiany, de apenas 36 anos, descobriu precocemente a doença, ao observar um nódulo no seio. “Eu descobri o câncer com o exame de toque, pois eu tinha o hábito de realizar mensalmente. Mas, neste dia, foi de forma aleatória: observei uma diferença e fui ao médico”, relata. Quando recebi o diagnóstico, foi um choque, um desespero. O maior desafio foi comigo mesma, aceitar a situação e fazer o que precisava com pensamento positivo. O tratamento não tem sido fácil, mas com fé e coragem estou caminhando para o terceiro mês de tratamento. Tudo está indo bem, dentro das expectativas. Agora é ficar bem, curada, e depois voltar ao trabalho e cuidar da minha família”, exalta a paciente.

Passando por esse tratamento, Tátyna sempre mantém determinação e deixa uma mensagem de encorajamento. “Gostaria de incentivar todas as mulheres a realizarem o autoexame, independentemente da idade, porque, quanto mais cedo o câncer for descoberto, maiores as chances de cura. Para aquelas que estão passando por esse momento, minha mensagem é não desanimem! Esse momento vai passar e dias melhores virão”, pontua Tátyna. O Outubro Rosa é momento de mobilização para reforçar a prevenção e a detecção precoce da doença. “É considerada momento ímpar para ampliarmos a abordagem da saúde das mamas antes de detectarmos a doença. A possibilidade de cura é muito grande”, pontua ginecologista da FSFX, Débora Schittini.

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