
Córrego do Feijão. Crédito: VD Engenharia
A Vale disse que avançou na reparação dos impactos do rompimento em Brumadinho, com a execução econômica, até dezembro de 2025, de 81% do acordo judicial de reparação integral e com investimentos que vão além das indenizações, sete anos após o desastre. As ações incluem a recuperação socioambiental, a garantia de abastecimento hídrico e iniciativas para diversificação econômica.
Paralelamente, a Vale alega que segue investindo na segurança das barragens. Em 2025, o Programa de Descaracterização de Estruturas a Montante atingiu 63% de execução, com a eliminação de 19 das 30 estruturas previstas. A empresa teria alcançado, em agosto de 2025, o marco de não ter mais nenhuma barragem ao nível máximo, após a redução do nível da barragem Forquilha Três, em Ouro Preto (MG).

Ribeirão Ferro Carvão. Crédito: VD Engenharia Visual
O pagamento das indenizações cíveis, extrajudiciais e trabalhistas permanece como prioridade. Até dezembro de 2025, mais de 17,5 mil pessoas foram contempladas, somando R$ 4 bilhões pagos*. Os valores das indenizações não fazem parte do Acordo de Reparação, assinado em 2021 pelo Governo de Minas Gerais, pelos Ministérios Públicos Federal e Estadual, além das Defensorias Públicas de Minas Gerais.
“A Vale mantém a sua missão de reparar com respeito às famílias e à comunidade. Cada avanço representa o compromisso que assumimos com profundo senso de responsabilidade. Trabalhamos com as comunidades, ouvindo suas necessidades e entregando ações que façam a diferença no dia a dia. Nosso objetivo é contribuir para um futuro mais seguro e sustentável”, destaca a diretora da reparação, Gleuza Jesué.
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