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As férias e o calor são fortes aliados para que um grande número de pessoas procure atividades recreativas que envolvam a água. Com isso, é importante que a população esteja em alerta para evitar afogamentos. No Brasil, a maioria dos casos ocorre em água doce, em ambientes naturais, como cachoeiras e lagos. Os afogamentos em piscinas residenciais acometem significativamente as crianças.

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De uma forma geral, alguns cuidados devem ser tomados para se evitar afogamentos:
- Mantenha atenção e vigilância constante às crianças e pessoas mais vulneráveis e com limitações físicas. Nunca as deixem sozinhas, não importa a profundidade. Mantenha-se perto e com contato visual constante.
- Não confie a segurança das crianças em boias ou outros flutuantes. Elas podem furar ou se soltar. Escolha sempre boias confeccionadas em espuma e prefira os modelos em forma de coletes.
- Não faça uso de bebidas alcoólicas e evite refeições pesadas antes de entrar na água.
- Evite saltos de lugares altos e em locais em que não se conhece a profundidade, inclusive em piscinas.
- Não faça brincadeiras que possam aumentar o risco de traumas, perda de consciência ou afogamentos.
- Em piscinas de uso comum e em rios e balneários, prefira aqueles com a presença de guarda-vidas.
- Respeite as sinalizações visuais de segurança, isolamentos de área de risco de afogamento, sinalizações sonoras e orientações dos guarda-vidas.
- Em rios ou córregos, não nade em locais com presença de correnteza.
- Mantenha a água, no máximo, na altura da cintura e lembre-se de que a profundidade em rios pode aumentar repentinamente.
- Em cachoeiras, tenha cuidado com o limo nas rochas. Ele pode causar escorregamentos e quedas em pedras e, eventualmente, na água.
- Tenha cuidado com a presença de animais peçonhentos em zonas rurais, áreas de mata e locais de difícil acesso.
- Nunca se coloque em risco para ajudar outra pessoa. Evite se tornar uma nova vítima. Auxilie apenas se for possível, fornecendo algum objeto flutuante, lançando cordas ou galhos, de modo que não haja contato direto com a vítima.

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Um risco adicional em cachoeiras e rios é o risco do fenômeno cabeça d’água, que ocorre devido a chuvas intensas nas cabeceiras de rios que aumentam repentinamente o volume de água de cachoeiras e podem colocar os banhistas em risco e causar acidentes. É importante que os banhistas fiquem atentos à previsão do tempo para o local onde estão. Em caso de emergências, acione o Corpo de Bombeiros pelo 193.
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